Habito no vento
que ergue da terra os seus mistérios.
Habito nas lágrimas
que aflitas regam o sofrimento.
Habito na terra
que se deixa ser levada pelo vento.
Desdenho as glórias e os méritos
que aplacados por eternas mágoas,
enterram-me em errantes tormentos.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
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